Confira o programa de hoje!

Forrozeiros de plantão, apesar de termos enfrentado um probleminha técnico, estamos aqui para não deixar a sua sexta-feira sem forró!

O esquentando o fole de hoje ficará disponível para você ouvir quantas vezes quiser, mandar para a mãe, para o pai, para o vizinho, o tio, a avó, o cachorro, o papagaio…

Na edição de hoje você ouve muito forró! Tem música do Forró do Chico Bello e tem uma entrevista ESTOURADA com a Filomena Bagaceira, além, claro, de muita música com a Filó na Voz de Mammá Di Souza e Flávia Gondim. Susana e André, seus parceiros de toda sexta, ainda lhes contam a história de São Pedro e sobre o Arraiá do Mochilão em Iaçu-BA. Agora, fiquem com muito forró. Simbora?!

Ouça o programa: Esquentando o Fole (14-06) – Especial Filomena Bagaceira

Produção do Programa: Vanessa Rosa

Vamos começar com as simpatias para “seu Antônio”?

O santo casamenteiro que mais sacaneia a nação nordestina, deixando a mulherada encalhada, merece um espacinho por aqui, né? Mas… DE CABEÇA PARA BAIXO, é claro!

"Toinho" - Chico Brasil

A arte é de Chico Brasil, artista plástico e estudante da UFBA. Gostaram? Vejam outros trabalhos dele na sua página no facebook: https://www.facebook.com/brasilchico?fref=ts.

Ah! E não se esqueçam de colocar o sujeito de cabeça para baixo. Agora, pode até ser na sua área da trabalho, né?

DE ONDE VIERAM AS QUADRILHAS JUNINAS?

Quadrilhas Juninas

A quadrilha é uma dança de origem holandesa com influência portuguesa, da ilha de Açores, e também inglesa, que teve seu início no século XVIII na França, onde recebeu o nome de “Neitherse”, tornando-se popular nos salões aristocráticos e burgueses em todo o mundo ocidental. A quadrilha era uma formação Militar portuguesa, utilizada no Brasil, Colonial.

A Quadrilha Junina é uma tradição Folclórica e Cultural, que foi introduzida no Brasil no início do Século XIX, com a vinda da Corte Real Portuguesa e com várias missões culturais francesas, que estiveram no país na mesma época. A aceitação foi instantânea, transformando-se quase numa dança oficial de todos os saraus elegantes e tornou-se muito popular. Assim, a Quadrilha deixou os salões imperiais, e espalhou-se por todas as camadas sociais chegando até as grandes fazendas e vilas do interior, onde receberam novas cores sendo enriquecidas com novos instrumentos e passos, com novas coreografias e músicas atualizadas, mas mantendo o caráter campestre e popular.

Também existe outro tipo de quadrilha, que também influenciou as quadrilhas atuais, a chamada quadrilha de salão.  Esta apareceu bem mais tarde em 1820, no Reino Unido. Na quadrilha de salão há 12 tipos de destaques, viuvos, noivos, florista/floricultor, sinhozinhos, xodó, sinha-moça e sinho-moço, padre, rei, príncipes, além do marcador, puxador e narrador.

VOCÊ SABE COMO SURGIU O TERMO “FORRÓ”?

forroÉ frequente associarmos a origem da palavra forró com expressão da língua inglesa for all, que significa “para todos”. Essa versão foi construída, no início do século xx, quando os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco, promoviam bailes abertos ao público, o que seria o “for all”. Assim, for all passaria a ser no vocabulário brasileiro, forró. Mas, na época da construção das ferrovias usava-se o termo samba para designar festa, principalmente no interior do Ceará, e por isso a denominação forró como ritmo musical e estilo de dança surgiria um pouco mais tarde.
Outra versão da mesma história substitui os ingleses pelos estadunidenses do início do século XX, no período da segunda guerra mundial, quando uma base militar dos estados unidos foi instalada em natal.
Entretanto, alguns estudos linguísticos comprovam que o termo forró deriva de forrobodó e essa é a expressão original mais aceita. A palavra vem do banto, língua africana e quer dizer bagunça.
Verdade ou não, o certo é que o termo forró passou a caracterizar uma das maiores manifestações musicais do nordeste brasileiro.

DE OLHO NA FOLHINHA

sexta

(31/06)

O QUE: SEXTA EU QUERO É FORRÓ
ATRAÇÕES: FORRÓ DO TICO E BAIÃO DE XOTE, PARTICIPAÇÃO: MELAÇO DE CANA e CUECA BRANCA
HORÁRIO: ATÉ AS 23H COM NOME NA LISTA
LOCAL: COLISEU DO FORRÓ
VALOR: COM NOME NA LISTA E ATÉ AS 23H, R$15,00 VALOR ÚNICO. DEPOIS MULHER R$20,00 / HOMEM R$25,00

sabado

(01/06)

O QUE: SÁBADO DO FORRÓ.
ATRAÇÕES: MASSAPÊ e ZÉ CARIJÓ.
HORÁRIO: ATÉ AS 23H COM NOME NA LISTA.
LOCAL: COLISEU DO FORRÓ
VALOR: COM NOME NA LISTA E ATÉ AS 23H, R$15,00 VALOR ÚNICO. DEPOIS MULHER R$20,00 / HOMEM R$25,00

O QUE: FORRÓ VEM CÁ
ATRAÇÕES: Seu Fulano (foto), Zack Mariano, Arthur Duarte e Dj Bruno Caires.
HORÁRIO: a partir das 16h,
LOCAL: Mansão Soláris, Feira de Santana, BA
VALOR: R$ 20,00 (Individual) / R$ 30,00 (Casadinha)

O QUE: FORRÓ DO BECO
ATRAÇÕES: Torres da Lapa, Filomena Bagaceira, Bimbinho e Forró dos Milzeiros e a Banda Meninote.
HORÁRIO: 21h
LOCAL: No espaço Armazém Camaçari – Camaçari, BA
VALOR: R$ 20,00 – Mulheres / R$ 25,00 – Homens
(SÁBADO E DOMINGO 01-02/06)

Arraiá do Galinho

O QUE: ARRAIÁ DO GALINHO.
ATRAÇÕES: SEU MALAQUIAS / GEAN MOTA / DANNIEL VIEIRA / KINA RODRIGUES / ESTAKAZERO / ADELMÁRIO COELHO / FILOMENA BAGACEIRA / CANGAIA DE JEGUE.
HORÁRIO: A PARTIR DAS 13H COM CONCURSO DE QUADRILHAS E COM INÍCIO DOS SHOWS A PARTIR DAS 18H
LOCAL: JARDIM DOS NAMORADOS
VALOR: 2KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL PARA TENDA DE SHOW / ENTRADA GRATUITA PARA OS SHOWS REALIZADOS NO CORETO MUSICAL.

domingo

(02/06)

O QUE: TARGINO GONDIM
HORÁRIO: 11h
LOCAL: Sala principal, Teatro Castro Alves, Salvador, BA.
VALOR: Domingo no TCA – 1,00

FORRÓ DA MARGARIDA

Com mais de 10 anos de existência, o Forró da Margarida já faz parte do calendário festivo da Bahia. Um evento com estrutura moderna, aconchegante e inovadora, que dispõe de uma área total de 18 mil m2. Hoje, o Margarida é considerada uma das melhores festas juninas do estado, pois reúne qualidade de serviço, boa música, alegria e gente bonita: milhares de foliões vindos dos quatro cantos do país.

Conheça mais sobre o Forró da Margarida aqui.